quarta-feira, setembro 12, 2007

Aprendendo a lidar com as próprias emoções

Todos os dias, estamos sujeitos a desenvolver uma infinidade de emoções diferentes, conforme os acontecimentos e as situações vividas. As emoções podem ter um papel fundamental nos relacionamentos, na saúde e na qualidade de vida e, por isso, é importante aprendermos a conhecê-las e a trabalhar com elas.

Dificilmente nos perguntamos o que realmente sentimos antes de tomarmos certas atitudes. Isso ocorre porque as emoções funcionam como um turbilhão, e nem sempre temos tempo ou habilidade para compreender o que está se passando dentro de nós. Mas conhecer as próprias emoções pode evitar muitos conflitos.

As emoções costumam ser classificadas como positivas ou negativas. As negativas recebem essa denominação por causa do tipo de sensação que despertam, sem que isso signifique que sejam necessariamente prejudiciais.

O primeiro grupo refere-se às emoções que despertam experiências agradáveis e prazerosas, como o amor, a alegria e a felicidade. No outro, estão aquelas que despertam sensações desagradáveis e que podem atrapalhar a comunicação e o entendimento entre as pessoas se não forem compreendidas. As mais importantes são a raiva, a tristeza, a ansiedade e o medo. Vejamos em que consiste cada uma delas:

Ansiedade: é uma sensação ou sentimento que costuma estar ligado a momentos de preocupação e apreensão. Geralmente, ela aparece quando devemos tomar decisões ou esperar por acontecimentos importantes. É semelhante ao medo, mas, ao contrário deste, não necessita de problemas reais para estar presente. Pode ser desencadeada por dificuldades subjetivas, que às vezes não conseguimos identificar, e existir em pequenos níveis; mas, em demasia, acaba resultando em uma excitação excessiva do sistema nervoso central e desencadeando uma série de sintomas físicos (como taquicardia, sudorese, sintomas gastrontestinais e irritabilidade.

Medo: sentimento que surge quando estamos diante de um perigo ou ameaça real a nossa integridade física ou psicológica. É uma emoção essencial, já que possui uma função protetora, pois prepara o corpo para enfrentar ou se esquivar do perigo.

Tristeza: emoção ligada à perda de alguém ou algo importante, ao abandono e ao sofrimento. Geralmente, resulta em abatimento físico, desânimo e falta de vontade. Ela é importante porque nos permite superar as perdas e as expectativas frustradas e encontrar novas formas de recomeçar.

Raiva: geralmente, aparece quando nos sentimos frustrados, injustiçados ou agredidos. É uma emoção que também possui um lado positivo, pois nos faz tomar atitudes e provocar mudanças.


A vida humana é complexa e dinâmica e, por isso, é possível oscilar entre as sensações positivas e negativas ao longo do dia. A influência negativa das emoções pode ocorrer se não desenvolvermos a capacidade de compreendê-las e, conseqüentemente, controlá-las e dirigi-las para fins positivos.

Aprender a identificar as próprias emoções e perceber como elas influenciam nossa conduta é uma maneira de conhecer a si mesmo. Vejo ao meu redor as pessoas perdidas, sem direção, inundados em uma mar de transtornos emocionais.

Um fator que tem me chamado atenção é o fato de que as pessoas mais desequilibradas emocionalmente são aquelas que projetam sua felicidade em outras pessoas (marido, esposa, filhos, amigos). Quem não é capaz de ser feliz sozinho e ter suas própria vida e realizações vai a vida inteira ser infeliz. A sua felicidade está em você mesmo. Ops! Dentro de você mesmo...

segunda-feira, setembro 10, 2007

Coisas do orkut...

Com essa onda de Orkut nós encontramos inúmeros amigos de infância, gente que você não vê há decadas. Aí começam os encontros de turmas, colégios e coisas afins. Participei de um e organizei o outro. Nesse último confesso que me senti uma palhaça tentando ingrenar uma conversa com pessoas que eu mal conheço. É, porque não é pelo fato de 15 anos atrás uma pessoa ter estudado comigo que eu a conheço. Ela é uma mera estranha, pois em 15 anos uma pessoa se transforma por completo.

Tô fora, me desculpem a sinceridade! Não há entrosamento. Cada qual tomou um rumo, são tipos divergentes, sei lá, achei forçadíssimo. Aliás, dessas, apesar da distância, guardo boas lembranças... Eita tempo bão.............. Mas, se me chamar para um encontro com as "amigas da adolescência", juro que nem por dinheiro nenhum do mundo. Aquelas são energia pesada...

Enfim, conto nos dedos as verdadeiras amigas que de fato permanecem na minha vida. Elas podem ter certeza que moram no meu coração. Apesar de encontrá-las bem menos que gostaria.

Coisas da vida!

domingo, setembro 09, 2007

Tristeza é doença?

A tristeza é uma expressão saudável e adaptativa da natureza humana, assim como o medo, a aversão, a raiva e a alegria. Contudo, podemos exacerbar ou atenuar qualquer expressão emocional. Por exemplo, diálogos internos contínuos de auto-piedade, desamparo, auto-vitimização e auto-depreciação podem realçar a tristeza e o sofrimento psicológico, alcançando níveis patológicos severos.Convido a todos para lerem artigo sobre o assunto em http://www.julioperes.com.br/artigos.asp.

Traçamos para nós metas absolutamente inatingíveis e isso nos remete a um quadro de eterna insatisfação.Aprendi a olhar as coisas sempre por um lado positivo e jamais desistir diante dos obstáculos. Conheço gente que coloca dificuldade em tudo e vejo a vida dessas pessoas estagnar. Gostaria de poder ajudar, dizer a elas que podem mudar um quadro vigente, superar, dar a volta por cima e seguir em outra direção mas, não adianta, a pessoa decide por se acomodar e reclamar da vida.

Superação é um estilo de vida, desde que seja de uma maneira sadia e motivadora. Não dá para uma pessoa que não gosta de ler tornar-se um excelente escritor, entende? Que tracemos então metas cabíveis para nossas vidas.

Sua saúde emocional agradece!

quinta-feira, setembro 06, 2007

Chega, pelo amor de Deus!



Eu nunca fui telespectadora de Big Brother além de uma breve espiadinha depois da novela das 20:00h. Foi assim em todas as edições. Porém, nesse último programa, eu e meu marido começamos a nos interessar por aqueles tipos e resolvemos assinar o Pey Per View. Resultado: virei uma bigbrother maníaca, assintindo aquela porcaria 24h do dia.

Simpatizei com o Alemão e aquele encantamento surreal dele pela pessoa mais chata que eu já vi na minha vida: Irislene Stefanelli. Cara, que mulher caricata! Esse discursinho politicamente correto que ela prega incessantemente já era. "Eu sou uma lutadora, caipira, tenho caráter, dignidade, minha família me deu uma educa......

CHEGA MINHA FILHA, VIRA O DISCO!

Sua imagem já está mais do que desgastada. Aproveita essa oportunidade que a vida te deu e vai se preparar para virar alguma coisa. Essa sua história "de meus fãs me amam" é tipicamente resultado de fenômenos de massa que vem e vão na mesma velocidade.

Se prepara, se capacita, se renova. Toda entrevista que eu vejo dessa cidadã é a mesma balela: "O povo me ama, ele sabe que eu tenho dignidade... Que eu quero casar, que eu sou difícil..." Quem vai aturar uma mala dessa, sem assunto, sem noção???????

Deveria ter feito como a Grazi que conquistou seu lugar ao sol porque trabalhou, buscou uma empresária competente, profissional, não uma amiga qualquer para apoiar esse tanto de ridicularidade. As três da Officecomm, empresa conceituada que gerencia atores, deram uma entrevista dizendo que ela não veio para ficar, que era uma questão de berço e a fulana e seus fãs desequilibrados surtaram!

Ouve quem sabe o que fala: é uma questão de berço ter noção das coisas. Optar por melhorar a cada dia. Consertar aquilo que não está indo bem, contando com uma dose de semancol para saber recuar. Decidir ter excelência em tudo aquilo que se propõe a fazer.

Não ouse Irislene, se comparar àquela fofa da Grazi. Ela tem humildade verdadeiramente, não uma falsa "humildade". Tem talento, visão. Trata de se retirar aí desse Tv Fama e voltar para Uberlândia. Celebridades instantâneas como você tem prazo de validade. Vasa, please!!!!

quarta-feira, setembro 05, 2007

A cada dia que passa eu me surpreendo com os diversos tipos de personalidades existentes na raça humana. Mas, um perfil um tanto quando bizarro, vem me perseguindo nos últimos anos. São aquelas pessoas que são vítimas de si mesmo e que elegem os outros como seus algozes. O quê? Não entendeu nada? Então deixe-me explicar melhor:

Há cerca de um mês fechei um negócio com uma pessoa que mora em Portugal e que eu conheci através de uma amiga. Ela já havia me contado um pouco sobre essa tal pessoa e alertado-me que se tratava de alguém um tanto quanto enrolada. Bom, resolvi arriscar e eis que o desgaste causado tem sido tremendo.

1) Enviei a mercadoria via Correios e paguei uma taxa absurda para que chegasse em apenas duas semanas. Corri feito uma louca para agitar a papelada, desvendar a burocracia e, depois de muita insistência, consegui enviar.

2) Chegou em apenas cinco dias no Correio de Lisboa e a dita cuja recebeu uma notificação solicitando a documentação necessária para liberar a encomenda. Perguntei se ela havia enviado corretamente e se mesmo assim, tinha ligado para lá afim de se informar melhor sobre o processo de entrega.

3) Ele não mexeu uma palha e todos os dias ficava murmurando que as coisas não tinham chegado, que estava muito triste, que eu tinha que resolver e coisas do gênero.

#Peraí, eu estou no Brasil, resolvi a minha parte e agora tenho que resolver a parte dela? Visto que se tratava de alguém complicado, entrei na Internet, descobri o tel dos Correios de lá e liguei. Fui informada que demorava até duas semanas para chegar no endereço de destino a contar da data do recebimento dos documentos solicitados. Portanto, uma vez que meu português e o da atendente não estavam na mesma velocidade, mandei um e-mail para a minha cliente, com todos os dados, para ela se informar melhor.

4) Isso, foram duas semanas de reclamação da parte dela, sem nenhuma atitude no sentido de resolver a pendência. Bom, ela ligou então para o Correios e conclusão: ela tinha mandado os documentos errados e perdeu um tempão pq não ligou no dia que recebeu a notificação para saber de fato o que tinha que ser feito.

5) Pior de tudo: veio querer me culpar... Ouviu umas boas verdades!

Conclusão: Ela tentou botar a culpa em mim, no diabo e em sei lá mais em quem, de um erro que é somente dela: ENROLADA = ATRAPALHADA.

Depois vem contar um monte de história triste que é muito perseguida pelo diabo, pois tudo dela dá errado. Lógico! O bicho ruim só entra aonde ele tem brecha e nós somos responsáveis por elas.

Esse grupo de pessoas, está sempre procurando um culpado para os seus próprios erros, sem enxergar que é uma grande vítima de si mesmo.

Meu marido costuma sempre dizer: são aqueles que decidem te ajudar sem terem sido solicitados e se dizem injustiçados por você não está precisando da sua ajuda. Que falam um monte de besteira e se fazem de coitadinhos quando o interlocutador responde a altura do que foi dito. Que gastam mais do que podem e dizem que o vilão é o dinheiro que não dá para nada... Que comem feito uns loucos e botam a culpa dos quilos a mais na gravidez, nos hormônios e na magra que é anorexa...

Graças a Deus possua a virtude da prudência, bom senso e discernimento. Meus defeitos não estão nessa ordem de grandeza!

segunda-feira, agosto 27, 2007

Ai, ai... Tá chegando a hora de decidir se começo a tentar um baby e confesso que esse assunto me dá uma frio tremendo na barriga... Primeiro que vivo esse assunto há quase dois anos paralelamente, pois quase todos os nossos amigos já deram início a sua prole, e a coisa gera uma baita confusão na vida de um casal.

Quero muito ter um filho. Porém, o momento não me aparece nada oportuno, pois não tenho licença maternidade e meu trabalho caminha muito bem. Mas vai convencer o maridão disso. Ele pira! Até o fim do ano vai ficar difícil e agora tenho que comunicar isso a outra parte interessada.

Uma coisa que observei em todas as gestações e nascimentos é o tanto de interferências externas que aparecem pela frente. Todo mundo começa achar que aquele momento especial que um casal está vivendo é de propriedade de todos. Aí começam os problemas: interferências...

Acho que desse mal não morro pois todo mundo sabe que eu não sou chegada a esse tipo de coisa... Curti a gravidez de todo mundo tentando ser o mais sutil possível. Espero que façam o mesmo comigo.

E só começo uma nova empreitada quando encontro-me disposta a arcar com o ônus e bônus da coisa. E que empreitada que é um filho...

Bom, vou deixar o barco correr e vou tentando amaciar my love...
Mas que vai vir vai vir, só não sei quando!

quarta-feira, agosto 15, 2007

Hoje me parecia um dia normal na minha rotina de volta às aulas e eis que uma aula me pegou de surpresa. A professora de Psicologia fez uma brincadeira em que cada um de nós deveria citar seus dados pessoais, dizer como nos vemos, como os outros nos vêem e o que gostaríamos de mudar em nós mesmos. Caramba, responder a essas questões assim, de repente, sem nenhum tempinho para reflexões, me pareceu um tanto quanto paradoxal.

Lógico que minhas respostas foram curtas, tolas e objetivas. Afinal tínhamos que ser breves. Mas ficou a vontade de me classificar, criticar, reavaliar e aí vai a tentativa...

Dados pessoais: Meu nome é Luciana, tenho 28 anos, sou casada há dois anos com um cara "MARAVILHOSO". Trabalho como design de bijuterias e amo o que faço. Estou na reta final da faculdade de Moda e parei a de Jornalismo aos 45 do 2º tempo. Chega! Não gosto muito de entrar na minha intimidade e aí daquele que ousar invadir meu espaço. Sou amante da privacidade.

Como eu me vejo: Uma louca apaixonada por Deus, pelo meu marido, pela minha família, que ama viver. A praticidade é um dom que Deus me deu que permite que os meus dias sejam mais leves que daqueles que optam por botar dificuldade em tudo. Adoro meus compromissos, meus afazeres, minhas responsabilidades e tudo que tenho a realizar. Viver é mole, o que torna a vida um fardo é o negativismo.Para que olhar a vida como os olhos dos cães por exemplo, que só conseguem ver duas cores: preto ou branco, se Deus me deu a possibilidade de ver uma infinidade de cores? Fico com a segunda opção!

Como os outros me veêm: Uma arrogante que acha que sabe tudo, que pode tudo e que pode mudar a vida das pessoas. Mera confusão! Apenas entendi que todos os dias podemos nos superar e estimulo quem amo a melhorar sempre. Não sirvo aos interesses alheios e nem tão pouco preocupo-me com a opinião dos outros. Impossível agradar a todos! Então, meu segmento de mercados são pessoas bem resolvidas, que olham para frente e contemplam a beleza da vida.

O que eu mudaria em mim: Entenderia que nem sempre podemos responder as perguntas que nos fazem pelo simples fatos que na maioria das vezes a resposta que se quer é uma mentira que agrade. Jamais uma verdade que confronte, que aponte em uma outra direção. Devo aprender a ser neutra. Um silêncio muitas vezes resolve.

Bom, essa professora show de bola ainda nos agraciou com palavras que fez bem a alma.
Eis uma resumo dos melhores momentos:

" As nossas frustações e sofrimentos são resposnáveis pelo nosso amadurecimento emocional."

" A raiva é um veneno que nós mesmos tomamos, desejando que o outro morra."

Acabada a terapia, posso dizer que amanhã já escreveria outras coisas acerca de mim mesma. Bom, mas imutável mesmo, só a máxima de que "eu sou uma pessoa feliz".

Obrigada Deus, por tudo!

quinta-feira, agosto 09, 2007

Tempão sem postar... Imersa em um rio de cores Primavera/Verão 2008 cá estou!
Mas queria dizer uma coisinha... Como o nosso umbigo é chato. Isso aí, nosso mundinho é patético... Nosso eu repetitivo e nossos enredos então já estão mais do que batidos. Ainda bem que vou mudar de residência. Respirar novos ares, colocar tudo em outro lugar. Ai, ai, ai, como eu gosto de inovar! Só não troco de marido de jeito nenhum!!!! Aí sou repetitiva, chata...

Tô precisando ler, dar uma reciclada.
Juro que vou arrumar um tempinho...

Tchau. Estou definitivamente sem assunto.

quarta-feira, junho 13, 2007

Quando você acha que já viu de tudo, que já escutou as piores estórias e que se deparou com o pior tipo de pessoa, vem a vida e te mostra que existe coisa bem pior.

Soube de uma hoje que me tirou o chão (não foi nada comigo). Mas, mesmo com toda tristeza que senti, consegui tirar uma lição disso tudo: somos responsáveis por tudo aquilo que nos acontece. Toda ação precede uma conseqüência.E o que é ainda mais grave: todos os seus erros, sejam eles de que natureza for, cairão sobre os seus filhos.

Peço a Deus que me de discernimento para entender essa verdade. Que meus pequeninos sejam livres de mim mesma. E , principalmente, de toda maldade que há nesse mundo louco. E que loucura.....

terça-feira, junho 12, 2007

Nada mais óbvio que no dia 12 de junho escrever algo sobre o amor. Mas, não poderia deixar essa data passar em branco, de jeito nenhum!

Entendi ao longo dessa minha vida que para cada ótica há uma definição do que seja amor, casamento, relacionamento. Cresci vendo a mãe das minhas amigas "incentivando" e "impondo" as suas filhas que jamais poderiam ter um namorado que não fosse bem sucedido. Teve uma que namorou um rapaz pobre e o namoro foi proibido sobre a alegação de que ele não prestava.

Bom, já a minha mãe, sempre me orientou que o amor é que importa. Dinheiro pode um dia acabar. Ele não mantém uma pessoa feliz por muito tempo. Graças a Deus tive esse exemplo a seguir. Existe uma passagem bíblica que fala: "Deus sonda os corações e dá a cada um segundo o seu proceder". Pois é, jamais me interessei por alguém motivada por qualquer tipo de interesse. Bom, me casei com um homem "maravilhoso" e que ascende profissionalmente e materialmente cada vez mais.

Aí, quando minha mãe senta com algumas amigas tão ou mais "fúteis" como a mães dessas minhas amigas, elas falam: "Mas você deu sorte, hein? Sua filha casou bem, já a minha, meu genro ficou pobre ou arrumou uma amante" e por aí vai... E ela sempre diz: "Minha filha casou por amor e as demais coisas são conseqüência".

Não dá para ser demasiadamente romântica ao ponto de crer em "uma amor e uma cabana", confesso. Mas, se ouver verdade, se houver esforço, todas as coisas se acertam e dias melhores acontecem.

Sei lá que sexo meus filhos terão. Se Deus me der uma mulher para educar, certamente ela aprenderá comigo esses valores que minha mãe me passou. Pode ter certeza que Deus honra aos puros de coração. Já aos maliciosos, interesseiros, ele mostra que a vida é bem mais que uma "almejada vida confortável".

Exemplos:
Minha avó casou com um filho de porteiro que trabalhava como office boy em uma agência de viagens. Ela viu esse homem se tornar dono de uma das agências de viagem mais famosas do Rio de Janeiro.

Meus tios se casaram com mulheres claramente interesseiras. Os dois eram ricos. Eles ficaram pobres e elas ainda por cima ficaram com filhos para criar sem receber um centavo de pensão.

O que não me falta são exemplos a citar. Deixa para lá!!!!!
Feliz dia dos namorados!!!!!!!!!!!!!!!!!!!